Archive for the ‘amazon’ Category

O quintal da minha casa

November 5, 2010

O QUINTAL de minha casa trata do morar do homem na Amazônia, mas num recorte que inclui a vivência pessoal d um cineasta-documentarista. Na busca de personagens que possam relatar essa vivência, dois cartões-postais colorizados, especificamente da Cidade Flutuante, servem de mote para a empreitada.

Source:  Aurélio Michiles (O quintal da minha casa)


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Lajedo de pedras apareceu a 400 metros da margem, diz canoeiro

October 29, 2010

O que era água do rio Negro no período de cheias no porto de Manaus (AM) hoje abriga carros, caminhões, barracas e barcos. A areia que aparece pelo recuo de 100 metros da margem está sendo usada para comércio e como via de caminhada por viajantes e carregadores dos mais variados produtos.

Na maior seca do Rio Negro em 108 anos, a paisagem muda ao longo de seu curso. O canoeiro José dos Santos conta que um lajedo de pedras “reapareceu” no meio do rio, a cerca de 400 metros da margem. “Elas só foram vistas em 1963, quando também houve recorde de vazão do rio. Em 1983 um barco bateu nelas e ficou encalhado. Mas não dava para ver. Agora, em outubro, ela reapareceu”. O lajedo virou atração turística a banhistas.

O também canoeiro Pedro Roque, de 62 anos,  diz que “há lugares que não dá para passar” pela primeira vez em muitos anos porque leitos de igarapés estão secos.

Foto: AE

Água recuou no Porto de Manaus por conta da seca que atinge o Estado

O carregador de feira Analzido Gomes da Silva, de 32 anos, explica que, na seca, o trabalho sempre é mais díficil. “Prejudica muito para a gente. Fica tudo mais longe e o carreto mais pesado”. Como a margem do rio está afastada do porto e os barcos não conseguem atracar no local, os carregadores precisam caminhar os cem metros de areia para abastecê-los com mercadorias.

A distribuidora de queijos Helem Lima, de 26 anos, vai ao porto buscar o alimento para revender três vezes por semana. “Levar todo o queijo para o barco durava em torno de 30 minutos. Agora, dá 1h30, 2h. A produção está menor. Com pouca água, as áreas de pasto diminuem e, consequentemente, os gados e o queijo. Em época de cheia fazemos 500 quilos por semana; em seca, 200, 300 quilos chorando.”

Nível do Rio Negro

No último domingo, o nível do Rio Negro chegou a 13,63m, um centímetro a menos que o recorde de 1963. É o nível mais baixo em 108 anos, desde que a medição começou a ser feita no Porto de Manaus. Na segunda-feira, subiu para 13,65m e , na quarta, atingiu 13,70m. Daniel Oliveira, chefe do setor de hidrologia do Serviço Geológico do Brasil, o CPRM, afirma ao iG que, apesar de o rio Negro estar subindo desde domingo, ainda não é possível saber se a vazão chegou ao fim. “O rio Negro é decorrente do que acontece no Solimões, sobe e desce de acordo com ele”, explica. A água do rio Solimões voltou a cair, após dias seguidos de alta.

A seca no Amazonas fez com que 38 dos 62 municípios decretassem situação de emergência, segundo informou a Defesa Civil do Estado. Mais de 62 mil famílias já foram afetadas pela estiagem e pelo baixo nível dos rios. No interior, há comunidades isoladas e barcos impedidos de atracar nos portos. Em Manaus, há leitos de igarapés secos bem no meio da capital.

Segundo o CRPM, o rio Solimões já alcançou o menor nível da história nos principais pontos de medição. O rio Amazonas também já quebrou recorde com o menor nível registrado desde 1970, quando iniciou a medição.

Veja abaixo imagens de Manaus antes e depois da seca.

Source:  Lectícia Maggi (http://ultimosegundo.ig.com.br)

Belen, Iquitos, Peru – Floating City

October 19, 2010

Sources:

http://www.hobotraveler.com/2008/06/amazon-river-balsa-wood-houses.html

http://www.totallyzen.com/belen-floating-city-peru-mesmerizingly-beautiful-and-simple.html

http://www.travelpod.com/travel-photo/darrenkatie/1/1251581269/28_a.jpg/tpod.html

Amazon river houses – Peru & Brasil

October 19, 2010

In April of 2008, the expedition team crossed from Peru into Brazil. Even though the landscape didn’t change very much between the two countries, they noticed several changes in the way that people lived. Most noticeably is the difference between houses in Peru and houses in Brazil. Houses in Peru were almost always made of materials gathered straight from the rainforest. Roofs were made of woven palms in Peru. Only in larger villages did a few houses have metal roofs. Walls of Peruvian houses were built from wood taken right from the forest. All of the houses were open-air, meaning they didn’t have any windows. The walls were only a few feet tall to let the breeze flow through. It was extremely rare for a community to have electricity while we were in Peru.

A typical house found in the Peruvian Amazon. Note that it’s constructed from materials all found from the rainforest.

Many traditional houses along the Amazon River are built on rafts. The houses then rise and fall with the water levels that change from seasonal flooding.

Look at the difference between this floating house in Brazil, and the Peruvian house above. What differences do you seen between the materials the houses are made from?

Along the Amazon, nearly every house in Brazil has a metal roof. Many houses along the Brazilian Amazon are made of plaster and look very different than the traditional rainforest homes of Peru. In addition to having more modern-looking houses, most Brazilian communities regularly have electricity, but usually only for a few hours each evening.

Brazilian communities consist of houses made from materials bought in cities, like plaster, bricks, and metal. Also note the electrical pole. Most communities have electricity for a few hours each day.

The towns and cities that line the Amazon River are also much more developed than those of Peru or Colombia. In Peru, most families have a small farm located away from their communtiy. These small family farms are called, chakras (CHA-kras). On a typical chakra, famlies grow bananas, yucca, mango, rice, melons, and other fruits and vegetables. The family eats most of what they grow. Some people have food left over, so they’re able to sell it at small markets.

Cities and larger communities are becoming more common along the Amazon as we draw closer to the Atlantic Ocean.

In Brazil, small family farms have been replaced by large cattle ranches. Cattle ranches line the river bank. Nearly all trees have been cut down close to the river. About 1 kilometer back from the river bank, the rainforest is full and has many trees. There is a law in Brazil that says farmers can only deforest 30% of their land. However, most of that land they clear is near the Amazon River.

From talking with older people who have lived along the Amazon for many years, things have changed. People no longer grow the majority of their food, and they rely on buying things from cities to build houses and boats.

What impact do you think these differences in building materials has on the rainforest? Do you think that there is an impact on the small communites if people start buying materials from outside their community? Do you think that the changes between Brazilian and Peruvian lifestyles and uses of the rainforest have an impact on the rainforest, society, or the planet? What would happen if people in Peru started having large cattle ranches like in Brazil?

Source: http://www.wildernessclassroom.com/amazon/2008/10/taking_shelter_in_the_brazilia.html